A Nádia diz que isto por aqui anda meio murcho, e tem razão. Por isso decidi ir ao meu velho caderninho ver o que havia para lá e encontrei isto:
Jamais esquecerei a beleza desse olhar,olhos que me prendem a ti e diluviam os meus.
Adoro os teus lábios, teu nariz, teu cabelo...
Algures nessa cara um sorriso que desconheço
(oxalá um dia o tenha bem presente...).
Dir-te-ia coisas para as quais nem palavras tenho;
Orgulhar-me-ia de ti se o que sinto fosse compensado,
se o rir, chorar, viver e amar nos fosse comum;
Olhar-te-ia sem pestanejar quantas mais horas pudesse;
Trar-te-ia dentro de mim no frio do Inverno;
Esperaria de ti mais do que do mundo inteiro;
Mergulharia na tua vida até não poder mais conter o ar;
Usaria todos os dias o teu "eu" em mim;
Imaginaria o arco-íris onde tudo é negro.
Tudo isto porque preciso de ti
e onde quer que estejas,
real ou irreal,
estás aqui!
Joana Seca
Janeiro/2007
Janeiro/2007
10 Silêncios:
Que linda referência à minha pessoa. Muito bem.
Adorei a segunda estância, tem aquele toque.:)
Nádia, toque de quê? Lol
Faz parte, nós todos um dia pensamos se devemos apagar coisas da nossa vida, tais como as mensagens que nos trazem memórias.
Muito obrigado!
Gostei muito do poema :)
FLÁVIOMATA, obrigada eu! E sê bem-vindo a um dos meus espacinhos. :)
Toque subtil.
Nádia, obrigada, querida. :)
Quando me apetece, sim.**
Nádia, e porque te apetece? :p
Silêncios. Tenho belas ideias, AHAHA*
Nádia, fica giro o contraste, porque ao comentarem quebra-se o silencio. Obrigada :)
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